Avançar para o conteúdo principal

Descobertas em família: o mar

Há medida que os mais pequenos vão crescendo, as oportunidades de poder fazer mais actividades fora de casa vão surgindo. Desde os passeios em família ou à escolha de actividades disponíveis para os mais pequenos, o leque de opções é muito variado e o limite é mesmo a nossa imaginação.
Desde cedo que cá por casa os passeios têm sido uma constante. Ter filhotes não é sinónimo de deixarmos de ir aos sítios de que tanto gostamos e, por isso, o baby boy já fez alguns bons quilómetros de passeios com os pais. E já fez a sua primeira visita a um local que faz as delícias de miúdos e graúdos,  o Oceanário de Lisboa. Na altura da visita, tinha apenas nove meses mas, contra todas as nossas expectativas de pais, gostou bastante e esteve sempre muito atento a todos os movimentos dos peixes e animais, principalmenteos do aquário central (provavelmente por serem aqueles de maiores dimensões). Se há duas coisas que deixam o baby boy cá de casa sempre muito atento são animais e música. Vê-se nos seus olhos uma curiosidade redobrada quando há animais por perto ou música a tocar e também fazemos por cultivar esses dois gostos que ele tem demonstrado. E a ida ao Oceanário veio mesmo comprovar este gosto por animais!
Tenho de confessar que estava algo receosa com esta visita... Como podem imaginar, um bebé de nove meses facilmente perde o interesse por uma actividade e por isso tinha receio de que ele ficasse aborrecido logo no início da visita. No entanto, arriscamos pois é com estas pequenas actividades que vamos conhecendo os nossos pequenos (por exemplo, como se comportaria ele num local com muita gente) e que vamos afinando as nossas estratégias de pais quando as coisas não correm como estamos à espera. O saldo foi mesmo positivo: sempre atento, sempre muito curioso e com uma vontade enorme de tocar em tudo o que o rodeava. E sem grande receio dos peixes de maiores dimensões que se aproximavam do vidro no aquário central (uma garoupa quis aproximar-se bastante e ele nem recuou... Preferiu mais fazer festinhas no vidro e a garoula ali ficou!).  A nossa intenção agora é,  sendo ele mais  crescido, regressar com ele ao Oceanário para que possa desfrutar de forma diferenteda visita e, quem sabe quando for mais velho, poder proporcionar-lhe uma noite com os tubarões!
Nesta coisa de passeios com os filhotes, as expectativas dos pais são sempre elevadas e estão sempre expectantes que os mais pequenos adorem a visita e não se aborreçam com nada. A sugestão que vos deixo (e que seguimos aqui em casa) é não terem as expectativas demasiado elevadas quanto a qualquer actividade que façam nesta fase. É normal os bebés perderem o interesse, é normal ficam aborrecidos e é também normal chorarem para o demonstrarem. Cabe-nos a nós conseguirmos transmitir-lhes o máximo de calma quando eles se sentirem mais aborrecidos. Lembrem-se sempre de que o vosso estado de espírito pode melhorar ou piorar a situação pois o que o bebé fará será um reflexo daquilo que ele sente do mundo à volta dele. Pode dizer-se que "pais felizes, bebé tranquilo"! Acima de tudo, desfrutem de todos os bons momentos que escolham fazer em família pois serão esses momentos a criar as melhores recordações para os vossos filhotes.
Por aqui, já temos algumas futuras actividades "debaixo de olho" para fazer com o baby boy. Uma ida à Tapada de Mafra ou a uma quinta pedagógica.  Uma visita ao Aquário Vasco da Gama ou um concerto para bebés  (para cultivar também o gosto pela música desde cedo!). Outras actividades se seguirão adaptando sempre àidade e aos interesses do nosso pequenote. Porque ele dá-nos o sinal daquilo que mais gosta e que quer experimentar... Basta estarmos atentos!

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Casar: recordar um dia tão especial!

Casamento. Aquele momento especial na vida de qualquer casal e que se deseja que seja único para toda a vida. O casamento pode ser mais ou menos tradicional mas é um momento que marca e que queremos que seja inesquecível para nós e para os nossos convidados. Desde o momento em que acontece o pedido, a cabeça (normalmente, da noiva) começa a fervilhar com mil e uma ideias para colocar em prática e a ansiedade e o stress vão aumentando exponencialmente com o aproximar da data.  Mas perguntam vocês? Porque estou eu a falar de casamentos num blog que é muito mais baby blog que outra coisa? Para quem não sabe, o meu casamento aconteceu no dia em que o meu filho fez um ano. Com o segundo aniversário do baby boy e o primeiro aniversário de casamento quase aí, estou em modo lamechas a recordar tudo o que foi preparar este dia, que foi tudo menos convencional. Querem saber como tudo aconteceu? Conforme já vos disse, o meu casamento não foi de todo tradicional. Não foi um casamento

Crescer, desenvolver... Construir uma casa desde os alicerces!

Para quem se dedica ao estudo da Psicologia, Comportamento Organizacional ou Recursos Humanos, a pirâmide das necessidades de Maslow não deve ser totalmente desconhecida. Abraham Maslow, um psicólogo americano que trabalhou no famoso MIT, desenvolveu uma teoria de personalidade assente numa hierarquia de necessidades, segundo a qual afirmava que cada ser humano necessitava, patamar a patamar, de satisfazer um conjunto de necessidades de um tipo antes de poder satisfazer necessidades de outro tipo. Fonte: Laudon Online Olhando bem para esta pirâmide, vemos que temos de passar pelos diversos patamares até conseguirmos atingir sentimentos de autoestima e de realização pessoal, sendo fundamental para os quais vermos satisfeitas as necessidades mais básicas como seja a alimentação, aspectos fisiológicos do nossos organismo, ter uma casa, um emprego e uma família. Será que esta pirâmide não poderá estar presente em outros campos, com as devidas adaptações? Não teremos nós, por

Quarto de bebé: o nosso pequeno mundo!

Durante a gravidez e mesmo depois de sermos mães, o quarto do bebé deve ser um dos locais onde passamos mais tempo e um dos quais dedicamos maior atenção na nossa casa. Se durante a gravidez, a preocupação é decorar o quarto com todos aqueles pequenos detalhes que o tornem especial e único (sem que isso seja, obrigatoriamente, sinónimo de funcionalidade), depois de sermos mães e de percebermos aquilo que o nosso bebé e nós precisamos para as diferentes parte do dia, o quarto de bebé acaba por ir sofrendo algumas adaptações ao longo do tempo. O tema do quarto de bebé não é novo aqui no blog. Se a memória não me falha, já escrevi por aqui sobre pequenas sugestões para criar um refúgio para crianças felizes , já me inspirei na IKEA Portugal para vos dar sugestões de como criar um ambiente preparado Montessori-friendly no quarto dos mais pequenos e já escrevi também por aqui sobre como não deve faltar muito para haver algumas mudanças no quarto do baby boy neste início de 2018 . Passa