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Mensagens

Permitir a descoberta: o Método Montessoriano

Nos dias de hoje e apesar da maior parte das nossas escolas seguirem a mesma abordagem, começam a ser já mais comuns outras possibilidades educativas o que nos permite, como pais e educadores, escolher aquela que mais nos faz sentido. Nas minhas leituras descobri o método Montessori que aposta na curiosidade natural de cada criança para a sua aprendizagem num ambiente que deve ser estimulante e adequado à faixa etária em que a criança se encontra. Este método foi criado pela educadora italiana Maria Montessori que considerou que o desenvolvimento se processa segundo planos de desenvolvimento, existindo em cada etapa da vida da criança um conjunto de características e necessidades específicas e assentando em seis pilares educacionais: autoeducação, educação como ciência, educação cósmica, ambiente preparado, adulto preparado e criança equilibrada.  Segundo este método, cada criança deve ter a oportunidade de escolher os objectos e brinquedos que pretendem utilizar no seu cresci...

A visita mais importante da grávida: Conhecer a maternidade

Quando estava grávida, lembro-me que uma das coisas que mais me preocupava era o local onde iria ser o parto. Não propriamente por achar que a equipa médica que me iria acompanhar não estaria à altura, mas por toda a novidade e pelos receios normais de uma mãe de primeira viagem. No curso de preparação para o parto que frequentei, uma das sugestões dada pelas enfermeiras foi de marcar uma visita ao local (ou locais) que estávamos a considerar como possibilidade para o parto. E assim foi! A nossa opção foi um hospital privado mas o mesmo pode ser feito em hospitais públicos. Começámos por ver, considerando a viagem até à maternidade quando o trabalho de parto se iniciasse, qual o local onde teríamos menor probabilidade de apanhar trânsito. Felizmente (ou infelizmente...), nas nossas cidades conseguimos mais ou menos prever, consoante a hora do dia, quais os locais onde haverá maior concentração de trânsito pelo que isto seria algo fácil de fazer. Depois disto, chegou a hora de mar...

Ainda não nasceu e já tenho de escolher a universidade?

Até ser mãe nunca tinha pensado muito nesta coisa de creches, infantários, escolas primárias e por aí fora... Lembro-me de, quando comprei a minha casa, achar engraçado por existir uma creche no meu prédio e achar que poderia vir a ser útil no futuro. Aqui e ali, ia dando atenção às notícias que iam surgindo sobre os rankings das escolas nacionais, quase sempre encabeçados por colégios privados. Ainda no outro dia falava sobre o último ranking divulgado e sobre as escolas que surgem nos lugares cimeiros. E faz-me pensar em que realidade educativa quero que o meu filhote se desenvolva e faça o seu percurso... Quando engravidei, iniciei a minha deambulação por este mundo de infantários e creches, e depois de ouvir as histórias de alguns amigos, comecei a pensar que quase que seria preciso um curso para conseguir escolher o infantário ideal! Li sobre várias escolas da zona e fui ouvindo as opiniões de vários casais amigos sobre este e aquele local... Sim, porque a melhor publicidade ...

Happy Mom e o Natal

Como me disseram quando o meu pequeno bebé nasceu, "a partir deste dia, a tua vida nunca mais será a mesma!". São daqueles clichés que são ditos a todos os pais e que, na maioria dos casos, são seguidos de um conjunto de pontos negativos que parecem sempre acompanhar a maternidade: menos horas de sono, menos horas livres para nos dedicarmos aos nossos hobbies, menos tempo livre para namorar... Basicamente parece que as 24 horas habituais de um dia se parecem reduzir a umas meras migalhas de minutos... Será mesmo assim? Eu gosto de encarar a maternidade como algo que nos muda, sim, mas para melhor. Gosto sempre de ver o copo meio cheio e acreditar que ainda o posso preencher um pouco mais. Sentir-me grata pelo que vou alcançando e, quanto aquilo que não consigo alcançar, acreditar que o momento chegará em que será meu. Aqui vos escrevo numa manhã de 24 de Dezembro em que ainda se dorme aqui por casa. Há um silêncio que me permite tomar o meu pequeno-almoço calmamente ...

Micróbios... Longe do meu bebé? Ou será que não?

Como qualquer mãe (de primeira viagem ou não), estou sempre em busca de mais informação e de novos estudos que me possam ajudar nesta grande aventura da maternidade. Por isso, o Google tem-me acompanhado desde que engravidei  (mas não de forma cega, atenção!) e, nos últimos tempos, tenho-me também dedicado a adquirir alguns que achei que poderiam ser leituras interessantes.  Por estes dias, o livro que me tem acompanhado chama-se "Deixe-os comer terra", de Brett Finlay e Marie-Claire Arrieta. Descobri este livro através do Instagram e, depois de o ver nas prateleiras de uma livraria, não pude deixar de achar curiosa a frase que surge na sua capa: Como proteger os nossos filhos de um mundo excessivamente limpo. E não pude deixar de ficar mais curiosa com a leitura... Olhando logo para o título,  não podemos deixar de o achar mais contraditório.  Afinal de contas,  comer terra é a total antítese daquilo que podemos desejar para os nossos filhos.  As noss...

Está grávida... Já marcou consulta com o pediatra?

Não,  não me enganei na especialidade médica no título do post. Durante toda a gravidez, o foco de qualquer mãe é,  e muito bem, na sua saúde e em tudo o que se pode fazer para garantir que a gravidez decorre da melhor forma e que o desenvolvimento do bebé decorre dentro da normalidade. No entanto, existe uma outra especiaidade que, a par da Ginecologia e Obstetrícia, nos irá acompanhar durante todo o pós-parto e o que se lhe segue. E estou a falar da Pediatria.  Os nossos bebés, depois de abandonarem o conforto da nossa barriga,  necessitam de um acompanhamento especializado que nos permita garantir que o seu desenvolvimento decorre de forma tranquila e que lhes é dado o melhor apoio em qualquer eventualidade. Para isso, os pais podem optar por uma de duas vias para este acompanhamento especializado: fazer o seguimento num médico de família disponível nas Unidades de Saúde Familiar (os tradicionais Centros de Saúde ) ou escolher um médico especialista em crianc...

Os papás vão à escola

As mães de primeira viagem (e todas as outras também!) passam a gravidez a imaginar como irá ser o dia-a-dia com o seu bebé. Durante quanto tempo não irão poder dormir uma noite inteira (dizem que é coisa para durar até à faculdade!).  Como será a melhor forma de dar banho e será que o quarto tem todas as condições de temperatura para o bebé não arrefecer, principalmente na fase de recém-nascido. O que é mais importante de ser colocado na mala da maternidade. Como será mudar a fralda, qual a melhor marca e que creme para assaduras comprar. Como irá decorrer a amamentação. E, mais importante ainda, como será reconhecer os sinais de que o trabalho de parto se está a iniciar, estratégias para conseguir aguentar a dor durante o parto e reconhecer possíveis perdas acidentais de líquido amniótico. As questões pulsam nas nossas cabeças durante as 40 semanas de gestação (sim, porque tudo passa a ser medido em semanas e não meses) e nem sempre conseguimos encontrar todas as respostas. É ce...